Os planos da Sony Ericsson para a produção de um celular PlayStation foram rejeitados pela Sony Corp. A explicação dada foi que o atual nível da tecnologia celular não poderia fazer justiça ao "prestígio" da marca PlayStation.
Tais comentários sucedem relatos de que a Sony se negou a compartilhar a licença com a parceira Ericsson a menos que fosse criada uma tecnologia que igualasse a qualidade dos padrões first-party da Sony. Fontes ligadas ao caso disseram ao site Mobile Today que a Sony teria declarado a seus colegas na SE que somente licenciaria a grife PlayStation se e quando a companhia fizesse celulares independentemente.
Os planos originais da SE era usar a marca PlayStation de uma maneira similar aos aparelhos telefônicos com as grifes "Cyber-shot" e "Walkman", e a objeção da Sony em apoiar o novo projeto pode ter dado ignição a uma separação entre as duas companhias.
"No passado, nós estivemos entusiasmados que nossa proposta de produto sempre viveu à expectativa da marca, e sentimos que no momento nossas especificações técnicas não estão altas suficientes para colocar uma marca tão prestigiada em um celular", disse um representante da Sony Ericsson, se negando a comentar diretamente sobre a recusa de licença da Sony.
Sendo a história verídica, a situação da Sony Ericsson apenas se agravaria. Os últimos meses foram turbulentos para a companhia, que também cortou custos para conter os danos causados pela crise econômica global.
No final de 2007, houve muitos comentários a respeito da produção de um celular com a marca PlayStation, depois que o presidente da Sony Computer Entertainment disse que uma parceria com a Ericsson em um projeto do tipo seria "definitivamente plausível". Isso, porém, foi desmentido posteriormente, com a Sony alegando uma má interpreteção do jornal "Economic Times" da Índia.
Parece que um celular com a grife PlayStation não será lançado tão cedo.
terça-feira, 20 de janeiro de 2009
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